"As vezes ouço passar o vento, e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”
(Fernando Pessoa)

13 de abril de 2012

A BOLHA IMOBILIÁRIA CHINESA

São cidades inteiras, algumas com capacidade de 12 milhões de habitantes, shoppings gigantescos, estimativa de 64 milhões de apartamentos, tudo recém construído e completamente vazio.

E o mais alarmante, tudo muito acima da capacidade de compras do povo chinês.

São 15 minutos de vídeo, mas com certeza vale a pena ver até o fim!

E que sirva de exemplo para o Brasil . . .

10 de abril de 2012

MTB nas Trilhas de Morro do Ferro


Link p/ Mapa: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=2702281

Bikers: Eu (Emerson) e Polanski
Local: Morro do Ferro/MG
Data do Pedal: 07/04/2012

 
No sábado de aleluia, Eu e Polanski saímos para um pedal "catando" algumas trilhas nas proximidades de Morro do Ferro. Obviamente um percurso só de trilhas é quase impossível, mas decidimos "catar" todas possíveis em um percurso pré determinado.

Na sexta-feira havia chovido muito à tarde e durante a noite, então uma coisa era certa: muita lama.

Então partimos de "meu esconderijo", subimos em direção ao Morro das Pedras encarando já no início a primeira trilha. Pegamos a estrada sentido Morro do Ferro e antes do morro do Capão Fundo subimos a esquerda em direção a região da Lagoa da Batalha.

Depois de uma subida, vem a descida. Até aí tudo bem, só que a descida tava um "quiabo".

Nesta descida tomei meu primeiro tombo: Em uma daquelas trilhas de gado com menos de 20 cm de largura em meio a grama, puxei a roda dianteira para fora, mas a traseira não seguiu, ou seja, a magrela me deu um "rapa" (como gosta de dizer o biker Luciano) e caí de lado que nem uma jaca. Sorte que além de alta e macia a grama estava encharcada com as chuvas. Sofri apenas um pequeno arranhão na coxa e algumas dores nas costelas. Mas é hora de levantar, retirar o barro e pedal para frente.

Descendo, antes do Ribeirão da Lavrinha viramos a direita passando pela região do Açude, em seguida em frente a Fazenda do Vicente Pierre.

Logo a frente viramos a esquerda em direção a ex Fazenda do João Rocha (JR) também conhecida como Fazenda do Poupa Ganha até chegarmos a antiga estrada de terra que ligava Morro do Ferro a São Tiago.

Este trecho é formado somente por trilhas bastantes técnicas com muitos atoleiros, raízes e pedras. Hora se está dentro de mata, hora literalmente no meio da pastagem.

Pela estrada de terra fomos até Morro do Ferro, descemos em direção ao Calafate e viramos a esquerda subindo o Morro do Cascalho. Subimos até a Capelinha, pausa para fotos e lanche e preparando para a descida.

Iniciamos a descida do Morro do Cascalho em direção a Gruta. Descida muito técnica, ali dá até para fazer um DownHill. Nesta descida tomei meu segundo tombo, e este foi feio. A bike escorregou no cascalho (afinal ali é o Morro do Cascalho, então não precisa explicar mais nada), bateu com a roda dianteira dentro de um buraco e aí não teve mais jeito: passei por cima do guidão e caí dentro de uma erosão.

Sorte minha que a dita erosão estava cheia de capim e só fui afundando aos poucos o que amorteceu um pouco a queda. Resultado: um joelho ralado, coxa direita machucada, ombro direito dolorido e o passador de marchas empenado.

Recuperado do susto seguimos sentido Morro do Ferro, paramos na Mercearia do Júlio para tomar um isotônico e seguimos em frente em direção a região da Barra. Descemos o Morro da Barra, seguimos em direção a Pedra Equilibrista onde paramos para algumas fotos. Logo em seguida descemos até "meu esconderijo" onde tomamos umas cervejas e almoçados.


Depois de contar aqui os detalhes do pedal, passo agora às "conversas fiadas":

Eu convidei o Polanski para pedalar em Morro do Ferro para ele "comprar alguns terrenos" (tomar tombos para aqueles que ainda não sabem a gíria dos bikers) na região. Só que o sujeito me decepcionou muito, pois não "comprou terreno" nenhum.

Só que ele lendo este post vai me retrucar na hora: "Mas é claro que não comprei terreno nenhum, pois você foi à frente comprando todos!"

Abaixo segue algumas fotos do pedal:
Morro do Ferro vista do Morro do Cascalho

Polanski em frente a Capelinha do Morro do Cascalho

Polanski e Morro do Ferro ao fundo

Eu (Emerson) e Morro do Ferro ao fundo

Polanski na Pedra Equilibrista

Polanski na Pedra Equilibrista

 
Eu (Emerson) na Pedra Equilibrista

Polanski na Pedra Equilibrista

4 de abril de 2012

Durante um pedal, tudo pode acontecer...


Bike quebrada, aquele tombo, ficar perdido no meio da trilha, são fatos mais que normais de acontecer durante um pedal.

Incidentes com animais também acontecem a qualquer hora. Qual biker nunca levou aquela carreira de um monte de cães estressados, que todos dizem ser o melhor amigo do homem? Eu disse melhor amigo do homem, não de um biker!

Eu já atropelei um lagarto (que sobreviveu, o lagarto e eu), tive serpente enroscada no pé de vela, enfiei no meio de enxame de abelhas, tomei carreira de uma vaca com bezerro novo e claro, sem falar dos cães. Ahh, os cães...

Domingo, 1º de abril (dia da mentira, mas o que vou contar é a pura verdade, a prova está gravada na minha canela esquerda) saí cedo para um pedal sozinho.

Próximo ao Condomínio Saraiva, aqui em Betim/MG, fui atacado por um cão estressado. O filho de uma cadela lascou os dentes na minha perna esquerda, sem dó nem piedade. Não deu tempo para nada, o bicho chegou de uma vez, até eu desclipar do pedal e acertá-lo, já era tarde.

Parei em um bar ali próximo, lavei o ferimento com bastante água e sabão e passei álcool, afinal, provavelmente o bicho ainda não havia escovado os dentes neste dia...

Continuei o pedal até o fim e fui até uma unidade de saúde para os procedimentos de praxe.

O ferimento foi pequeno, mas dói pra caramba... Parece que o bicho tem veneno nos dentes!
 
Agora fica o trauma, qualquer cachorrinho vira-lata já me mete medo.