"As vezes ouço passar o vento, e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”
(Fernando Pessoa)

30 de novembro de 2011

Luz poluidora

A poluição luminosa nos impede de observar as estrelas e atrapalha a vida de bichos e plantas
  

Quem mora em cidade grande já sabe. É difícil encontrar o céu repleto de estrelas brilhantes ao olharmos para o alto à noite. Isso não significa que elas sumiram! É culpa da poluição luminosa. Veja sua rua: há postes que iluminam tudo - até o céu!
Os holofotes e as luzes de lojas e casas pioram a situação. A luz atinge a poeira, o vapor e os gases da atmosfera, e tornam o céu urbano mais claro à noite. Assim fica impossível enxergar o espaço.

NO ESCURINHO

Luzes acesas à noite também atrapalham animais (inclusive o homem) e plantas:
Bichos que dormem à noite precisam de escuridão para descansar. Com luz, todos ficam estressados por não dormir bem.
Insetos que são atraídos pelas luzes dos postes viram presas de morcegos e pássaros. Eles podem ser extintos por isso.
Animais de hábitos noturnos também são afetados. Eles têm boa visão noturna, mas a luz os impede de enxergar direito.

MODELOS DE POSTES QUE AJUDAM OU QUE ATRAPALHAM


Fonte: Revista Planeta Sustentável
Ludmilla Balduino

Recreio- 03/11/2011
Consultoria: Saulo Gargaglioni ( técnico do Ministério da Ciência e tecnologia / laboratório nacional de astrofísica) e Maria Cristina Xavier e Azevedo (Mestranda em Geografia pela Universidade Federal de Goiás - UFG).

http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/fique-ligado/poluicao-luminosa-atrapalha-vida-bichos-plantas-647405.shtml


29 de novembro de 2011

Uma cidade sobre a água


A intenção é minimizar o problema da superpopulação das metrópoles. A ideia agradou a Peter Thiel, bilionário americano criador do sistema de pagamentos PayPal. Thiel investiu 1,25 milhão de dólares no projeto, que deve começar a ser construído no ano que vem.

Fonte: Revista Planeta Sustentável

24 de novembro de 2011

Movimento Gota D'água-Sou contra Belo Monte

Ponto de ônibus em SP produz energia limpa e oferece wi-fi gratuito aos passageiros


Que tal um ponto de ônibus tecnológico que promete facilitar a vida dos passageiros e, ainda, ajudar o meio ambiente? Esta é a proposta do e-Ponto, instalado pela SPTrans neste mês de novembro, em São Paulo, no cruzamento da Rua da Consolação com a Avenida Paulista, que oferece wi-fi gratuito às pessoas que esperam o ônibus, além de dois computadores que permitem que os passageiros se informem a respeito das condições do transporte coletivo em toda a cidade.

Nos PCs, é possível, entre outras ações, checar o horário previsto para a chegada do seu ônibus e traçar o melhor itinerário para alcançar o destino que deseja o mais rápido possível. E tudo sem gastar energia: isso porque o e-Ponto é autossustentável e produz, ele mesmo, a eletricidade que precisa para funcionar por meio de energia solar – há painéis fotovoltaicos instalados no topo do ponto – e cinética, gerada pela passagem dos ônibus na via.

E a economia de energia não para por aí: o e-Ponto possui sensores de iluminação inteligentes que funcionam durante a noite, apenas, quando há passageiros no local. Tá bom para você? Mas ainda tem mais: o ponto de ônibus inovador ainda conta com lixeiras modernas, que aplaudem aqueles que jogam resíduos no lugar certo, e possui um sistema de filtragem e umidificação no teto, que melhora a qualidade do ar na parada.

O e-Ponto ainda está em fase de testes e, sobretudo nos primeiros dias de funcionamento, os passageiros que frequentam o ponto de ônibus disseram que os equipamentos disponíveis ainda não funcionavam perfeitamente. Ainda assim, a maioria das pessoas elogiou a iniciativa e torce para que o modelo seja replicado em outras paradas da cidade de São Paulo e do Brasil. Você também é a favor do e-Ponto?

Fonte: Planeta Sustentável
Débora Spitzcovsky - 23/11/2011 às 13:56
Imagem: Márcio Sartorello

Manobras políticas ameaçam a Serra da Canastra

Emenda que reduz área de proteção do parque é retirada de medida provisória na Câmara e incluída em projeto no Senado. Mas arranjos políticos são criticados pelo Ministério Público

Jornal Estado de Minas - Glória Tupinambás
Publicação: 24/11/2011 06:00 Atualização: 24/11/2011 06:31  


O parque nacional abriga as nascentes do Rio São Francisco, em São Roque de Minas

A preservação do Parque Nacional da Serra da Canastra, berço do Rio São Francisco e santuário rico em flora e fauna, continua ameaçada. Uma manobra política retirou da Medida Provisória 542, em tramitação na Câmara dos Deputados, a emenda que reduz a área de proteção ambiental. Agora, ela será votada pelo Senado, por meio de um projeto de lei substitutivo. Conforme o Estado de Minas adiantou na edição de 2 de novembro, o texto substitutivo do Senado prevê a divisão dos 200 mil hectares da área verde em 120,5 mil hectares de parque (de proteção integral); 76,4 mil hectares de monumento natural (onde são permitidas atividades de baixo impacto, como agricultura de subsistência, atividade agropastoril e turismo rural); e 2,1 mil hectares liberados para a mineração e extração de diamantes.
Os arranjos políticos são alvo de crítica do Ministério Público Federal (MPF), que acompanha o caso. “Esses projetos de lei e medidas provisórias mostram que os deputados e senadores estão atentos à questão da Serra da Canastra, mas não vejo os políticos apresentarem solução definitiva para o parque ou garantirem recursos para a preservação efetiva da área. Qualquer alteração nos limites do parque precisa ser compatível com a proteção ambiental, além de atender interesses econômicos e de exploração mineral”, diz a procuradora da República de Passos, no Sul de Minas, Ludmila Oliveira.

O novo projeto, em tramitação no Senado, tem o aval do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão ambiental do governo federal. Por meio da assessoria de imprensa, o ICMBio informou que o texto é resultado de um acordo feitos dentro dos conceitos de desenvolvimento sustentável. Segundo o instituto, ele garante a preservação da biodiversidade com a criação de áreas de parque e monumento natural e também permite atividades de subsistência, especialmente com a produção de queijos e atividades agropastoris. O ICMBio ainda acrescenta que as áreas de mineração estarão fora dos limites de preservação e só poderão ser exploradas com licenciamento ambiental.

Imbróglio jurídico

A retirada da emenda que prevê mudanças no limite do parque da Medida Provisória 542/2011 é uma estratégia dos deputados para fugir de um imbróglio jurídico. Isso porque a medida provisória é alvo de ação direta de inconstitucionalidade do MPF. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, argumenta que as unidades de conservação só poderiam ser alteradas por lei, e não por medida provisória. Alegando necessidade de segurança jurídica, a emenda de autoria do deputado Odair Cunha (PT-MG) foi retirada da MP na Câmara e agora será votada como projeto de lei substitutivo no Senado.

O texto deve ser votado nos próximos dias pela Comissão de Meio Ambiente da Casa. Por ter caráter terminativo, ele não precisa passar pelo plenário e, se aprovado, segue direto para a Câmara dos Deputados. “Solicitei ao deputado Odair que retirasse a emenda da medida provisória, pois não havia consenso e ela estava sendo criticada pelo Ministério Público Federal. Estou convencido de que fizemos um bom acordo para chegar a essa alternativa que mantém área de 196 mil hectares de preservação, somando o parque e o monumento natural, e ainda resolve conflito com moradores em atividades de subsistência e mineradoras”, afirma o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), relator da Comissão de Meio Ambiente do Senado.

A batalha em torno do santuário ambiental dura quase 40 anos. Abrigo de espécies em extinção, berço de vários cursos d’água, como o importante Rio São Francisco, o parque chegou a correr o risco de perder 65% de seu território, passando de 200 mil hectares para 71,5 mil hectares. Coautor dos dois projetos que versavam sobre a grande área de cerrado mineiro, o deputado Odair Cunha (PT-MG) argumentava que a proposta regularizaria a situação de produtores rurais que vivem na região. Outra justificativa era de que não haveria redução no espaço, uma vez que o governo só havia remarcado os 71 mil hectares dos quais ele possui registro.




23 de novembro de 2011

Pedal de 20/11 em Florestal e Juatuba





Com tempo nublado depois de muita chuva no dia anterior, saímos Eu, Domingos e Sá para mais um pedal de domingo. Saindo de Florestal, passando pelos Bairros Nossa Senhora Aparecida e Sonho Verde, Fazenda Laranjeiras (Zé Butina) e subimos em direção a Fazenda Velha. Até uma granja de frango o percurso é em estradão de terra bastante tranquilo. Depois tem início uma estradinha sinuosa e um subidão danado em terra vermelha, muito barro e pedra solta. Passamos ao lado de um curral e barracão supostamente abandonados e dentro de uma mata fechada até chegar a uma porteira no ponto mais elevado da trilha.

Neste ponto começamos a descer até a Rodovia BR 262, passando pela Usina de Compostagem da Roda D’água. Antes da BR, tem uma várzea que tava uma lama danada, que nem um caldo amarelo. O Sá e o Domingos preferiram sujar os pisantes do que as bikes. Eu, não querendo sujar minhas sapatilhas novas preferi sujar a bike. Me ferrei feio! Virou aquela meleca, travou tudo: rodas, freios, câmbio traseiro e dianteiro, corrente...

Paramos no Posto Roda d’água e enquanto eu tentava dar uma limpada na bike, o Sá e o Domingos foram apreciar uma Mercedes SLK ali estacionada. Tavam até querendo negociar as bikes na máquina, mas depois pensaram bem, puseram os pés no chão, lembraram que é fim de ano e janeiro vem aí, IPVA para pagar, desistiram da ideia e decidiram ficar com as bikes.

Depois de devidamente autorizados fomos até a Cachoeira localizada na RPPN Olga Ullman. Minha bike ficou uma porcaria, era qualquer subidinha e a corrente agarrava na coroa, travava tudo. Demos mais uma limpada na bike com água, lubrificamos a corrente e tentamos em vão achar uma trilha que sobe em direção a Serra do Elefante. A vegetação estava densa, fechando completamente a trilha, portanto voltamos seguindo em direção a Boa Vista.

Paramos em uma padaria e subimos em direção a BR 262 pela estrada da Boa Vista, atravessamos a BR, descemos em direção a Fazenda Santa Cruz, subimos a esquerda em direção a LMG 818 retornando a Florestal por asfalto, totalizando 33 Km de pedal.

Cabe lembrar aos aventureiros de plantão que este percurso passa por diversas propriedades particulares, necessitando obviamente da autorização dos proprietários.


Domingos e Eu na subida da Fazenda Velha

Domingos e Sá na subida da Fazenda Velha

Sá e Eu na subida da Fazenda Velha

Domingos fazendo pose ao lado de uma Mercedes SLK

Sá fazendo pose ao lado de uma Mercedes SLK

Eu e Domingos limpado a transmissão da bike

Eu e Domingos dando uma limpada na bike


Eu e Domingos na Cachoeira da RPPN Olga Ullman

Domingos e Sá na Cachoeira da RPPN Olga Ullman

Sá e Domingos na Cachoeira da RPPN Olga Ullman

Eu e Domingos na Cachoeira da RPPN Olga Ullman

19 de novembro de 2011

Pedal de 13/11 em Florestal e Mateus Leme

Mais um pneu furado - Eu e Polanski praticando mecânica de bike


Vem aí eu com mais um Post super atrasado.

Domingo, 13 de novembro saímos, Eu e o Sá  do Sítio Mangais em direção ao Povoado do Ribeirão do Ouro. O Polanski havia confirmado presença, mas não apareceu. Logo no início do pedal, ainda na área urbana de Florestal, o celular do Sá tocou: era o Polanski informando o que a gente já sabia (que estava atrasado) e sugeriu nosso retorno e o encontrace próximo do acesso ao Povoado do Barreado e posteriormente iríamos em direção a Mateus Leme.

Assim fizemos. Esperamos o Polanski chegar e pedal em direção a BR 262 passando pelo Barreado. Como havia chovido muito a noite e pelo nome da localidade (Barreado), dá para deduzir que tava uma lama danada.

Subindo já próximo de chegar na BR 262, o Sá vinha atraz e me deu a triste notícia: meu pneu furou. Paramos, trocamos a câmara e pedal para frente. Chegamos na BR 262, seguimos até o Condomínio Terra Fértil, pegamos a estrada de acesso a Mineração Matheus Leme, logo em seguida viramos a esquerda em direção a cidade de Mateus Leme, passando pela Fazenda Colinas. Este trecho é um descidão danado, deixando-nos mal acostumados para enfrentar o que vinha pela frente.

Paramos próximo ao Bairro Central na encruzilhada da estrada que liga o distrito de Sítio Novo a Mateus Leme para tirar umas fotos. Partimos então em direção a Fazenda Caballeros. É um subidão danado, possuindo três lances mais íngrimes em calçamento de pedras. Uma prova de nervos e resistência.

Paramos no alto da serra para descansar e lanchar umas bananinhas. Seguimos em direção a Sítio Novo, porém logo após a Fazenda Caballeros meu pneu furou de novo. Aí não teve jeito, tivemos que remendar as câmaras, perdendo bastante tempo de pedal. É a primeira vez que meu pneu fura duas vezes durante o pedal, e olha que nem era sexta-feira treze, era apenas um domingo treze.

Seguimos em frente, passamos em Sítio Novo e partimos rumo a Florestal. O Polanski ficou em seu Sítio, Eu e Sá chegamos em Florestal após 36 Km de pedal e dois pneus furados.

Em tempo: Quando cheguei em casa e fui tirar a bike do carro, o danado do pneu trazeiro tava vazio de novo, novamente, outra vez . . .


Polanski, Sá e Eu próximo ao Bairro Central em Mateus Leme/MG

  
Eu (quase morto) chegando no alto da serra


Eu e Polanski tomando um fôlego


Eu e Sá tomando um fôlego

Polanski e Sá debaixo de um Vinhático centenário

Eu e Polanski remendando a câmara de ar, pela 2ª vez

16 de novembro de 2011

15 de novembro de 2011

Pedal de 06/11 - Morro do Ferro a São Tiago

Praça da Matriz em São Tiago/MG

Domingo, 06 de novembro, saí de meu esconderijo em Morro do Ferro (o local exato eu não posto aqui, hehehe!!!) em direção a cidade de São Tiago por estrada de terra. Como não conhecia todo o percurso, mais uma vez recorri a “São Google Earth”, baixei o trajeto no GPS, pois ficar perdido não é minha praia.

Os dois principais cursos d’água no meu caminho são o Ribeirão da Lavrinha e Ribeirão do Tatu, ambos em vale encaixado, traduzindo: muita descida até chegar neles e obviamente muita subida depois.

Outo obstáculo no meu caminho é a Serra do Tatu, onde no trajeto planejado atinge mais de 1.200 m de altitude.

Saí 08:00 horas, pedal para frente e rumo ao destino, passando pela localidade da Légua e  Lavrinha. Após o Ribeirão da Lavrinha virei a direita em direção ao Povoado do Tatu. Um sobe e desce danado até chegar ao Ribeirão do Tatu a aproximadamente 800 m de altitude.

A partir daí tem início a subida da tal Serra do Tatu. São 3 km de subida até atingir 1.210 m de altitude, com certeza o maior desafio do percurso. A seguir vem um trecho tranquilo, quase plano passando pela bifurcação que vai para o Ouro Fino, Jacarandira, Içara e outras localidades, chegando a estrada de terra que liga São Tiago a Resende Costa, próximo ao Clube Campestre.

Esta estrada é larga, tem um traçado supostamente planejado, porém péssima para bike. É toda intercalada por imprevisíveis ondulações, costelas, pedra solta, cascalho fino e solto (quase areia), muito trânsito de veículos e outras armadilhas para bikers.

Chegando em São Tiago, uma breve pausa para fotos na Praça da Matriz. Já retornando, reabasteci de água no Restaurante no posto de combustíveis ao lado do trevo da BR 494 e pedal para frente que o sol tava quente.

Na volta, quando cheguei no alto da Serra do Tatu e olhei o Ribeirão lááááá embaixo, não acreditei que tinha subido aquilo tudo e até fiquei com medo da descida. Cheguei lá embaixo com os dedos das mãos até dormentes de tanto segurar a bike (É nestas horas que sentimos falta de um Disc Hidráulico, quem sabe meu próximo investimento...).

As 13 horas estava eu de volta, após 45 km de pedal um pouco cansado é claro, com muita fome e um joelho ralado no tombo que já relatei no Post anterior, porém feliz pelo objetivo alcançado.

Ribeirão da Lavrinha

Placa indicativa dos Povoados de Ouro Fino e Tatu

Ponte sobre o Ribeirão Tatu

Praia de vacas na margem do Rib. Tatu

Ribeirão Tatu

Ponte sobre o Rib. Tatu

Eu próximo ao Rib. Tatu

Vista do alto da Serra do Tatu

Bifurcação

Bifurcação próxima ao Clube Campestre

Praça da Matriz em São Tiago/MG

Praça no Centro de São Tiago/MG

14 de novembro de 2011

Meu primeiro pedal Clip

Resultado de meu primeiro tombo pedalando clipado

Já há algum tempo eu venho estudando a possibilidade de migrar do pedal normal para o Clip. Os ciclistas experientes são unânimes em enumerar uma série de vantagens: melhor rendimento, menores riscos de lesões musculares, maior controle da bike, maior segurança (Será? No início é queda na certa!!!).

O que estava me faltando na verdade era grana, afinal um pedal clip e uma sapatilha, na melhor das hipóteses, não sai por menos de R$ 350,00, além é claro, do receio dos tombos até adquirir o domínio da bike.

Conversando com o Luciano Flório sobre minha vontade, ele me ofereceu uma sapatilha usada. Claro, aceitei de cara, pois aí só me faltava o pedal.

A tal sapatilha, por sinal já era bem experiente. Estava tão esfolada que era difícil identificar qual a sua cor original. Tudo bem, como diz o ditado popular “cavalo dado não se olha os dentes”.

Comprei então o pedal, um Shimano M520 e fiquei louco para tomar os primeiros tombos, preferencialmente sozinho, pois não queria virar motivos de piadas, fotos, filmes no YouTube, etc.

No dia 06 de novembro eu iria com uma galera de Betim pedalar em Ipoema. Mas como era aniversário de minha sogra, não sobrou alternativa, tive que abandonar o pedal em Ipoema.

No sábado almocei na casa de minha sogra e a tarde fui para a Roça em Morro do Ferro. Lá tem um gramado bem legal, ideal para tombos de bike.

Seguindo o conselho de um amigo calcei a sapatilha somente no pé direito. Foi bem tranquilo, tava dando para clipar e desclipar numa boa. Depois calcei somente o pé esquerdo. Este pé tava meio lerdo, mas fui treinando bastante até sentir segurança. Depois calcei as duas, exercitando o ato de clipar e desclipar, tudo tranquilo, tava até fazendo umas gracinhas.

Por volta de 16 horas, saí para um pedal de 25 km em estradão de terra e trilhas com partes bem técnicas. Por incrível que pareça cheguei sem tomar um tombo sequer. Confesso que por umas duas vezes passei sufoco, mas deu para desclipar a tempo.

No domingo fui até São Tiago (meu próximo Post neste Blog). Na ida correu tudo bem, mas na volta não teve jeito. Após uns 40 Km de pedal, depois de uma subida longa, com as pernas até tremendo, ví uma sombra fresca ideal para um breve descanso. O cérebro deu a ordem para desclipar, mas as pernas não obedeceram, caí que nem uma jaca.

Resultado final: Um joelho ralado, a mão esquerda dolorida, mas pedal comum nunca mais !!!

Em tempo: Segundo a galera, a média nacional é de três a quatro tombos até ligar o piloto automático, ou seja, ainda faltam dois ou três tombos.

10 de novembro de 2011

Pedal de domingo, 30 de outubro em Florestal


 

Lagoa do Pivô na UFV-Campus Florestal


Tá virando moda eu postar com muito atrazo sobre os pedais de fim de semana. É que o tempo tá curto, pois biker de fim de semana também trabalha!

Domingo, 30 de outubro a galera estava dispersa: uns foram participar de competições, outros foram para eventos religiosos e encontros de motociclistas. Novamente só sobrou eu.

Saí do Sítio Mangais, fui em direção às Granjas Marra, subí a Serra do Facão e desci em direção ao Povoado do Facão. Na área urbana de Florestal havia chovido pouco a noite, mas foi só distanciar  e ver que tinha chovido bastante, ou seja, muita lama.

Na descida em direção ao Povoado do Facão tava um "quiabo" além da chuva ter feito estragos na estradinha, tava ruim prá daná mas, no mountain bike assim que é bom!

Do Facão fui em direção ao Povoado do Valentim e depois em direção a Barragem. Antes desci até a casa de máquinas da Usina Hidrelétrica que está em reforma e quase pronta para voltar a funcionar. Afinal já passei dezenas de vezes alí próximo, mas ainda não conhecia o local.

Encontrei lá um biker de BH que não me lembro o nome (afinal sou péssimo para guardar nomes de pessoas). Conversamos um pouco sobre mountain bike, é claro. Como ele estava indo no sentido contrário ao meu, continuamos cada um para seu lado.

Parei na barragem para tirar fotos, depois virei a esquerda em direção ao Aterro Sanitário, indo até o fim da estrada na porteira de uma fazenda.

Retornei, segui em direção a cidade, mas como estava dando uma quilometragem bem baixa, segui em direção a Lagoa do Pivô na UFV-Campos Florestal, ex CEDAF. Lá tirei algumas fotos, continuei pela estrada até o final em uma fazenda e retornei até Florestal.

No final um pedal tranquilo e leve de 27 Km. 

No alto da Serra do Facão


Muita lama no alto da Serra do Facão



Descida do Facão



Casa antiga no Povoado do Facão


Capela do Povoado do Valentim

Casa de máquinas da Usina Hidrelétrica de Florestal


Barragem da Usina de Florestal


Lagoa do Pivô na UFV-Campus Florestal

Eu na Barragem do Pivô na UFV-Campus Florestal