"As vezes ouço passar o vento, e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”
(Fernando Pessoa)

17 de setembro de 2014

Como medir o desgaste da corrente da Bike


Imagem: mtbbrasilia.com.br

Depois de uma série de dificuldades sobre qual o momento, ou melhor, desgaste ideal para trocar a corrente da bike, resolvi escrever este tópico.

Na net existem diversos artigos sobre o assunto, alguns precisos, outros controversos e outros não muito aplicáveis na prática.

É importante deixar claro que existem no mercado diversos medidores de desgaste de corrente, alguns bem baratos e outros caros, considerando que serão utilizados pouquíssimas vezes. 

Estas ferramentas são as ideais e mais precisas para tal medição.

Imagem: dalamaaocaosbike.wordpress.com

Imagem: dalamaaocaosbike.wordpress.com

Na ausência de um medidor de desgaste, podemos partir para um “quebra galho” que explicarei a seguir com o uso de uma trena, régua graduada ou parquímetro.

 Não é a forma ideal, mas dá uma ideia se está na hora da troca da corrente. Lembrando que uma corrente desgastada pode levar junto o câmbio (roldanas), cassete e coroas, dando um belo prejuízo.

Então vamos direto ao assunto:


Um link da corrente é formado por três pinos e mede exatas 1 (uma) polegada ou 25,33 mm.

Imagem: dalamaaocaosbike.wordpress.com


Não importa para quantas marchas é a corrente, esta medida será sempre a mesma em correntes para 7, 8, 9 ou 10 velocidades.

Imagem: mtbbrasilia.com.br
1) placa externa
2) Placa interna
3) Pino
4) Rodilha

A maioria dos especialistas recomendam a troca da corrente quando o desgaste estiver entre 0,5 a no máximo 0,75% ( os medidores de desgaste também utilizam estes padrões).

Este desgaste nada mais é o quanto a corrente vai se tornando mais longa durante sua vida útil.

Se ultrapassar 1 % já “arrebentou” o cassete, câmbio (roldanas) e coroas, sendo necessária a troca de todos estes componentes.

Coloque a corrente na coroa intermediária e em um pinhão intermediário ou maior.

Marque doze links (um link são três pinos) e meça a distância em milímetros, forçando um pouco o pedal para dar uma “esticada” na corrente.

Doze links em uma corrente nova medem 303,96 mm (12 pol x 25,33 mm)

0,5 % de desgaste de 303,96 mm são 1,52 mm.

Se os doze links de sua corrente estiverem com 305,45 mm ou mais já está na hora de comprar uma corrente nova.

Quanto mais elos utilizar na medição, mais precisa tende a ser o resultado final, sempre calculando os 0,5 % em cima da medida de uma corrente nova.

28 de maio de 2014

Subindo a Serra de Igarapé

Pedra Grande
 
Domingo, 25 de junho de 2014, partimos para um pedal em Igarapé, incluindo a subida até a Serra de Igarapé.
Participaram Germino, eu e um Biker de Igarapé que ficamos conhecendo no caminho e que pra variar não lembro o nome.
 Partimos de Betim por volta de 06:00 horas em direção à Veterinária, onde deixamos o carro na portaria da Fazenda da UFMG.
As 07:00 horas começamos a pedalar em direção ao Bairro Vivendas Santa Mônica, passando pelo ex centro de beneficiamento de sementes da Agroceres e pela Hípica. Trecho inicialmente de asfalto e depois com calçamento em pedras, sempre subindo.
Depois do Santa Monica pegamos a estrada de terra em direção a Mineração Usiminas e vamos sempre  subindo.
No caminho conhecemos um Biker de Igarapé (não lembro o nome, sou péssimo para guardar nomes de pessoas, um péssimo hábito por sinal) que nos acompanhou por todo o percurso.
Abandonamos a estrada principal e seguimos a esquerda, na trilha de acesso ao topo da Serra e também a Pedra Grande.
Na verdade, trata-se de uma estradinha abandonada que vai serpenteando a serra até chegar ao topo. Só passa motos de trilha, veículos 4x4 e claro, Bikes.
Este trecho com aproximadamente 2,5 Km foi tenso. Muita pedra e buracos, intercalando empurra bikes e partes pedaláveis.
Caminhar, empurrando a bike de sapatilha no meio de pedras soltas arrebenta as pernas até dos mais preparados fisicamente. E a subida não acabava nunca . . .
No topo pausa para admirar o visual, fotos, e uma boa conversa com praticantes de vôo livre e outras pessoas que alí também admiravam as belezas naturais e infelizmente, os estragos causados pelas mineradoras que operam na região.
A descida da serra foi show. Algumas escorregadas, alguns sustos, mas chegamos lá embaixo salvos.
Na estrada seguimos a esquerda em direção a Mineração Usiminas, descemos rumo a Varginha. Parada na bica dágua para matar a sede e repor os estoques de água e tome descida até a Varginha.  Já estava sentindo saudades de fazer força nas pernas.
Passamos pela Varginha e rumamos para a Veterinária onde chegamos as 11:00 horas com 26 Km de pedal bem tranquilo, exceto a subida e descida da Serra.
 














 

22 de março de 2014

DIA MUNDIAL DA ÁGUA




Em se falando de DIA DA ÁGUA, ou de DIAS SEM ÁGUA, recomendo a leitura da narrativa do Link abaixo.



São ações simples, ao alcance de todos, inclusive daqueles desprovidos de recursos financeiros e/ou intelectuais que geram resultados. 


Não são soluções milagrosas, mirabolantes, engenhosas, acadêmicas, midiáticas, políticas, financeiras, etc e tal que vão acabar com os DIAS SEM ÁGUA.


26 de novembro de 2013

Como consertar um selim quebrado

Inicio da Gambiarra
Pedalando tranquilamente em uma trilha, no meio do nada e de repente o selim da Bike do Germino quebra. 

Tentamos colocar no lugar e não parou. Furamos o danado com uma chave de fenda, arrumamos um arame de cerca, amarramos passando o arame pelo buraco e não deu para rodar nem meio Km. E agora, quem poderá nos salvar???

Aí começamos a “matutar” em possíveis soluções, até mesmo na possibilidade de um resgate.

Desta tempestade de pensamentos saiu a solução que concorre em peso ao “prêmio de gambiarra do ano”.

Inicialmente pensamos em amarrá-lo com a câmara de ar reserva. Aí o Germino me tira uma corda de dentro da mochila, eis a salvação.

Enrolamos a corda em volta do selim, passando por cima e pela base. Para não detonar o traseiro do companheiro de pedal, arrematamos com a câmara de ar reserva. Ficou show de bola, ou melhor, de selim. O danado nem pensava em sair do lugar.

Terminamos o pedal numa boa e o Germino nem estava pensando em trocar de Selim.


Ficou que nem um sofá!!!

Olha a cara de felicidade
Colocando o selim no lugar
Resultado final
Resultado final
Voltas e mais voltas de corda
"Sofá"
"Sofá"

16 de agosto de 2013

Jacintinho e a fuga de Barbacena


Em Morro do Ferro, “prás bandas” do Ouro Fino, vivia o Jacintinho. Sujeito inquieto, alguns diziam ter problemas mentais, no popular “homem doido”.

Certa vez, diante de um agravamento de suas crises mentais, ficando às vezes violento, resolveram “interná-lo” em um manicômio na cidade de Barbacena.

Passado alguns meses não é que me reaparece o Jacintinho no local onde morava! Chegou “gatuno”, desconfiado, apenas com uma coberta e um travesseiro debaixo do braço.

Todos ficaram pasmos, sem nada entender, como foi a “fuga” de Jacintinho e como conseguiu retornar? Afinal de Ouro Fino a Barbacena são aproximadamente 100 quilômetros.

Questionado sobre qual o motivo da fuga e como retornou, Jacintinho se resumia a dizer: “Ué, fugí, eles tava matano os otro lá de madrugada, ocêis acha que eu sô DOIDO de ficá lá?"

15 de junho de 2013

Formada 1ª Turma de brigadistas da APA Vargem das Flores




 
Esta semana, de 10 a 14 de junho foi formada a primeira Brigada de Prevenção e Combates a Incêndios Florestais da APA Vargem das Flores.
 
 O curso foi promovido pelo Previncêndio – Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais e contou com a participação do IEF – Instituto Estadual de Florestas (APA Vargem das Flores e Agência de Meio Ambiente de Betim), Copasa, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar.
 
 O curso foi realizado na Copasa - ETA Vargem das Flores e ministrado pelos Instrutores Sargento Giovanni do Corpo de Bombeiros Militar e Sargento Carlos da Policia Militar de Minas Gerais.
 
O treinamento contou com parte teórica e parte prática, sendo trabalhado o seguinte conteúdo: Como se forma o fogo, Mecanismos de propagação, Fatores que interferem nos incêndios florestais, Tipos formas e partes do incêndio, Métodos de combate e extinção, Segurança nas operações, Situações de risco, Operações com emprego de helicóptero, POP-Procedimento Operacional Padrão, Materiais e equipamentos, Táticas de combate a incêndios florestais, Composição das brigadas, Noções básicas de SCO-Sistema de Comando em Operações e Noções básicas de primeiros socorros.
 
 
 




 

10 de junho de 2013

Morro do Ferro prepara a festa do padroeiro


Evento religioso e turístico vai durar 13 dias

Fonte: Jornal Gazeta de Minas (todos os créditos)
Disponível em: Jornal Gazeta de Minas

Matriz de São João Batista, centro da festa junina do distrito

De 14 a 26 de junho, a comunidade católica do distrito de Morro do Ferro estará realizando a festa anual em honra ao seu padroeiro São João Batista. Uma novena dará início aos festejos cujo ápice será no dia 24 de junho, data dedicada ao santo. “Leigos e pastores a serviço da missão” foi o tema escolhido para a festa deste ano que tem como lema: “São João Batista, nosso padroeiro, modelo de fé e esperança para a igreja peregrina”.


Em entrevista ao repórter Marcelo Praxedes, o pároco de São João Batista, padre Jaílson Salvador da Silva, explicou que o tema se insere na programação da Diocese de Oliveira, que busca refletir no seu plano pastoral uma integração para a missão de leigos e pastores. “Essa vivência, aprendemos no modelo que São João Batista nos apresenta, de seguir Jesus Cristo”, enfatizou o sacerdote. Ele revelou que neste ano a imagem do santo será conduzida em procissão, ornada por um belo resplendor e que novos enfeites serão utilizados na decoração de ruas no distrito.


Para promover a parte religiosa da festa padre Jaílson conta com o apoio de membros das pastorais e do conselho administrativo da paróquia. Uma comissão, com apoio da Prefeitura de Oliveira, se encarrega de promover a festa social, que inclui o funcionamento de barracas e shows em praça pública. “As pessoas de nossa comunidade encontram muitas razões para estarem juntas na promoção da festa”, ressaltou padre Jaílson.


Sobre o padroeiro, refletiu o pároco: “São João Batista é um santo do qual descobrimos sempre algo novo sobre sua vida. Uma lição relevante para os dias atuais. Uma vida marcada por austeridade e uma determinação clara em relação a Jesus Cristo, trazendo grande esperança no coração. Esperança de que o reino de Deus iria acontecer no meio da humanidade a partir da presença de Jesus entre os homens”.


Padre Jaílson falou ainda a respeito da reforma que será efetuada na parte externa da Matriz. A obra será iniciada assim que o arquiteto Heraldo Tadeu Laranjo Mendonça enviar seu parecer sobre como a obra deverá ser conduzida. Segundo o pároco, a população do distrito é convidada a opinar sobre como deverá ser a fachada da Matriz, mas que devem ser levados em conta aspectos históricos relativos ao imóvel. Um processo de restauração da igreja foi concluída no ano passado.